A SP Parcerias teve participação de destaque no P3C, um dos maiores eventos dedicados ao debate sobre Parcerias Público-Privadas (PPPs) e concessões do país, que aconteceu na última terça-feira (24), no Centro de Convenções Frei Caneca.
Reforçando seu papel estratégico na estruturação de projetos que impulsionam o desenvolvimento da cidade de São Paulo, a empresa integrou um estande conjunto com a SP Negócios, agência de promoção de investimentos e novos negócios do município, vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (SMDET).
Ao longo do dia, os visitantes puderam conhecer melhor a carteira de projetos conduzidos pela SP Parcerias, os resultados alcançados por concessões e PPPs, as iniciativas em andamento para modernização da infraestrutura urbana e os avanços do Plano Municipal de Desestatização (PMD). O estande fez sucesso, sendo ponto de encontro entre especialistas, investidores, gestores públicos e demais atores do ecossistema de infraestrutura.
Participação qualificada nos debates
O P3C 2026 reuniu autoridades dos governos federal, estaduais e municipais, além de profissionais dos setores público e privado em 56 painéis distribuídos em 14 palcos temáticos. A SPP participou ativamente dos debates.
No período da manhã, o diretor-presidente da SP Parcerias, Paulo Galli, participou do painel “PPPs Municipais: Como Estruturar e Viabilizar Projetos de Impacto nas Cidades”. Em nome do Prefeito Ricardo Nunes, Galli representou a prefeitura de São Paulo e destacou os principais avanços da cidade com as parcerias, discutindo estratégias para ampliar a capacidade técnica dos municípios, garantir sustentabilidade econômica e aprimorar os serviços entregues aos cidadãos.
Em seguida, o diretor jurídico da SP Parcerias, Jesus Pacheco, integrou o painel “Além da Tarifa: Inovações nos Modelos de Viabilização de Concessões”, que abordou alternativas de receitas, como tarifas, receitas acessórias e receitas de passagens, além de investimentos cruzados, aportes públicos e a importância de contas vinculadas para assegurar previsibilidade financeira.
O debate também se concentrou em modelos de exploração econômica como aluguel de espaços, prestação de serviços e realização de atividades, além da relevância de análises de riscos, elaboração de planos de negócios, ganhos de capital e instrumentos de inovação. Jesus Pacheco destacou a necessidade de distinguir conceitos frequentemente confundidos, como subvenção econômica e transferência de capital, reforçando a importância dessa diferenciação para uma modelagem precisa e juridicamente sólida.
No período da tarde, o diretor de projetos da SP Parcerias Martim Tassinari participou do painel “Financiamento público e privado: o novo ciclo de investimentos em infraestrutura”. O debate destacou o papel das agências financiadoras no apoio às empresas durante a estruturação de propostas, enfatizando a financiabilidade dos projetos, o equilíbrio na alocação de riscos e a expectativa de crescimento do setor.
Para 2025, estima-se a realização de 75 leilões em todo o país, com movimentação aproximada de R$ 240 bilhões, sendo metade destinada à infraestrutura. A atratividade dos projetos brasileiros no cenário internacional foi discutida a partir da Taxa Interna de Retorno (TIR) e das dinâmicas associadas ao risco cambial, especialmente relevantes para contratos que dependem de insumos dolarizados ou de investimentos estrangeiros.
No mesmo dia, Paulo Galli integrou mais um painel para discutir o papel das PPPs na transformação urbana por meio de projetos de habitação e urbanização, destacando como parcerias podem contribuir para acelerar a produção habitacional, qualificar espaços públicos e ampliar intervenções em áreas vulneráveis do município, reforçando o papel das parcerias como instrumento central de transformação das cidades ao apresentar projetos de impacto, como a requalificação do Parque Dom Pedro II, a implantação da Esplanada Liberdade e o sucesso dos chamamentos de subvenção econômica para retrofit em empreendimentos da região central de São Paulo.
Encerrando a participação da empresa nos debates, o diretor de projetos Kim Ferreira esteve no painel “Infovia e serviços públicos digitais: conectividade como política de Estado”. O diálogo trouxe exemplos de infovias aplicadas a infraestrutura de segurança, governança e acesso a dados e modernização de serviços públicos, destacando como capacidade operacional, tecnologia e gestão integrada são essenciais para consolidar redes de conectividade. O GOV.BR foi citado como referência de modernização digital, pela unificação de serviços e alta adesão dos usuários.
O painel reforçou, ainda, que a expansão da digitalização depende de inclusão tecnológica, especialmente por meio de interoperabilidade entre sistemas, interconectividade entre plataformas e fortalecimento do letramento digital da população.
Compromisso da SP Parcerias
A participação da SP Parcerias no P3C 2026 reafirma o posicionamento da empresa como referência nacional na estruturação de PPPs e concessões, consolidando sua atuação técnica e estratégica e seu compromisso com a promoção de investimentos que ampliam o desenvolvimento social e econômico do município de São Paulo.
A SP Parcerias teve participação de destaque no P3C, um dos maiores eventos dedicados ao debate sobre Parcerias Público-Privadas (PPPs) e concessões do país, que aconteceu na última terça-feira (24), no Centro de Convenções Frei Caneca.
Reforçando seu papel estratégico na estruturação de projetos que impulsionam o desenvolvimento da cidade de São Paulo, a empresa integrou um estande conjunto com a SP Negócios, agência de promoção de investimentos e novos negócios do município, vinculada à Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (SMDET).
Ao longo do dia, os visitantes puderam conhecer melhor a carteira de projetos conduzidos pela SP Parcerias, os resultados alcançados por concessões e PPPs, as iniciativas em andamento para modernização da infraestrutura urbana e os avanços do Plano Municipal de Desestatização (PMD). O estande fez sucesso, sendo ponto de encontro entre especialistas, investidores, gestores públicos e demais atores do ecossistema de infraestrutura.
